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    As Bombas Centrífugas como conhecemos hoje, não foram criadas da noite para o dia, elas foram pensadas e desenvolvidas ao longo de muitos anos, até se tornarem o que conhecemos hoje. Elas foram pensadas muito antes dos motores elétricos, isso porque o rotor poderia girar através do vento ou da roda d'água.
 

    De acordo com Ladislao Reti, engenheiro químico italiano e historiador da tecnologia e da ciência que viveu no Brasil, por volta de 1475 um tratado escrito pelo engenheiro italiano Francesco di Giorgio Martini, apresentou a caracterizada como primeira bomba centrífuga para elevação da lama.
 

    Porém as Bombas Centrífugas como conhecemos hoje só foram desenvolvidas no fim do século XVII, quando Denis Papin construiu um ventilador centrífugo de pás retas conhecido como fole de Hesse. E a partir disso no século XIX se iniciou a fabricação e o uso de bombas centrífugas, nos Estados Unidos. 
 

    Vale ressaltar que a dinâmica de palhetas do rotor foi introduzida pelo inventor John Appold em 1851 na Inglaterra. As Bombas Centrífugas começaram a obter um grande reconhecimento na Europa e depois nos EUA, no último quarto do século XIX estas passaram a ser produzidas por diversos fabricantes.
 

    Falando um pouco mais sobre as bombas centrífugas, elas são uma subclasse de turbomáquinas de absorção. As bombas centrífugas são utilizadas para o transporte de fluidos através da conversão de energia cinética de rotação para a energia hidrodinâmica do fluxo de fluido. A energia rotacional normalmente vem de um motor elétrico. Os usos mais comuns, incluem, a sucção de água, esgoto, mineração, petróleo e bombeamento na petroquímica. Alguns ventiladores centrífugos são comumente usados em aspiradores de pó. A função inversa da bomba centrífuga é uma turbina de água. A conversão de energia no equipamento se dá pela transformação da energia potencial de pressão da água em energia mecânica de rotação.

    

 

FUNCIONAMENTO
O funcionamento da bomba centrífuga não é tão complexo, mas pede uma análise criteriosa para ser realmente entendido e abraçada pelos operadores que trabalham com as máquinas de impressão flexográfica.
No caso, uma bomba desse tipo funciona transferindo energia cinética para um fluido em questão, o que o transforma em uma energia para movimentar um sistema ou para pressionar um bocal de descarga.
Ela é acionada normalmente através de um eixo rotativo, sendo que a rotação do rotor faz com que a bomba transfere a energia que tem para o fluido que está sendo trabalhado, tudo isso através das palhetas presentes no rotor.
Esse fluido entra então no olho do rotor, que é uma cavidade menor e interna e escoa na direção de canais que estão entre as palhetas do rotor. A partir daí o fluido faz com que o rotor fique mais rápido!
Normalmente para recuperar a energia que não é utilizada nas partes rotativas se usa uma carcaça chamada voluta, que termina em um bocal. Uma série de palhetas estáticas servem para recuperar toda essa energia e são conhecidas como difusor.
Quem transfere a energia da bomba centrífuga para o fluído é o diâmetro do rotor, tanto na rotação do acionamento como ainda do projeto do rotor em questão.
No caso da descarga ter uma energia superior à fornecida pelo fluido a tendência é que o líquido não seja escoado, mas sim que acabe sendo pressurizado dentro do sistema.
É importante que se diga que para funcionar uma bomba centrífuga precisa ser selecionada de forma que seja corretamente aplicada, porque do contrário não é garantido o seu funcionamento apenas através da instalação hidráulica.